terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Elizabeth Bathory - A Condessa Drácula

Isabel Bathory foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula". 

A maior parte da vida adulta de Isabel Báthory foi passada no |Castelo de Csejte, na região de Trenčín, no oeste da atual Eslováquia. Os Báthory faziam parte de uma das mais antigas e nobres famílias da Hungria.
Era filha do barão Jorge Báthory (Báthory György), irmão do príncipe András da Transilvânia. A mãe de Isabel chamava-se Anna Báthory e era irmã, entre outros, do rei da Polónia e do príncipe de Siebenbürgen (Transilvânia). Isabel era ainda prima do marido da arquiduquesa Maria Cristina de Habsburgo, filha de Carlos II da Áustria.
Isabel cresceu em uma época em que os turcos haviam conquistado a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exércitos do Império Otomano e a Áustria dos Habsburgo. A área era também dividida por diferenças religiosas. A família Báthory se juntou à nova onda de protestantismo que fazia oposição ao catolicismo romano tradicional.
Foi criada na propriedade de sua família em Ecsed, na Transilvânia. Quando criança, ela sofreu doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável. Em 1571, seu tio István Báthory tornou-se príncipe da Transilvânia e, mais tarde na mesma década, ascendeu ao trono da Polônia. Foi um dos regentes mais competentes de sua época, embora seus planos para a unificação da Europa contra os turcos tivessem fracassado em virtude dos esforços necessários para combater Ivan, o Terrível, que cobiçava seu território.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Serial Killers Desconhecidos

    Assassinatos em série é um desses assuntos que interessa a mídia e o cinema em geral, e normalmente recebe atenção do público. Apesar disso, muitos serial killers se sobressaem em seus quinze minutos de fama, enquanto outros, com histórias tão curiosas quanto, ficam ocultos pela sombra da fama dos grandes maníacos.
    Conheça alguns dos assassinos em série mais curiosos do mundo que, apesar das brutalidades ou do modus operandi, permaneceram desconhecidos do grande público até agora.


Gilles de Rais – França, século XV

    















Serial killers não são uma exclusividade do mundo contemporâneo. Militar e membro da nobreza, Guilles de Rais é o que se pode chamar de precursor dos serial killers modernos.

    Entre 1432 e 1437, Guilles molestou e matou pelo menos 200 crianças, a maioria garotos, e costumava ejacular sobre os corpos. Após uma onda de mães e pais começarem a darem falta de seus filhos, as investigações começaram e tudo apontava que Guilles era o possível culpado. Sem ter como provar o contrário e já prevendo que seria condenado de uma maneira ou de outra, o militar resolveu confessar os crimes e foi sentenciado à morte por enforcamento.


Karla Homolka e Paul Bernardo – Canadá, 1990



















Eles juraram permanecer juntos na morte e na doença, só não contavam que continuariam juntos até durante assassinatos.

Tudo começou em 1990, quando Paul, que se dizia chateado com o fato de Karla não ser mais virgem, pediu para abusar de sua irmã, Tammy, de 15 anos. Karla, ao contrário do que poderíamos imaginar, aceitou e ajudou a sedar a garota para que seu marido conduzisse com o abuso. Tammy, no entanto, morreu asfixiada durante o ato.

O casal então recolheu as evidências do crime e chamou a polícia, alegando que a morte da garota fora um acidente. A desculpa, no entanto, colou e nenhum dos dois terminaram atrás das grades. Juntos, ambos matariam mais duas garotas: Leslie Mahaffy e Kristen French, que também seriam abusadas por Paul.

Alguns anos depois, em 1993, o casal seria preso e julgado pelos crimes. Paul foi condenado por mais de 15 estupros que havia cometido entre 1987 e 1990. Pela participação secundária nos crimes, Karla foi condenada a 12 anos de prisão, onde foi liberada em 2005. Paul, no entanto, cumpre prisão perpétua.


Pedro López – Colômbia, 1969
















Filho de uma prostituta e abusado durante a infância, o colombiano Pedro Alonso López não é um sujeito muito comum. Entre 1969 e 1970, começou sua jornada em busca de garotas colombianas e equatorianas, as quais ele tinha prazer em matar.

Pedro ficou conhecido como “Monstro dos Andes”, e estima-se que tenha matado pelo menos 300 garotas. Foi condenado em 1983 pela morte de 110 meninas e confessou ser o autor de mais 240 mortes, embora muita gente acredite que este número possa ser ainda maior.

Segundo ele, suas vítimas preferidas eram as equatorianas, a quem chamou de “mais gentis e confiáveis, mais inocentes”. Em 1994 foi liberado de uma prisão psiquiátrica e desde então, não deu mais notícias sobre seu paradeiro. Os dados das polícias do Equador e Colômbia, no entanto, não mostram nenhuma onda de assassinatos que possa ser atribuída ao serial killer.


Nannie Doss (Nancy Hazel) – Estados Unidos, 1927




















Entre 1927 e 1954, Nancy Hazel, uma simpática mulher nascida no Alabama, envenenou e matou pelo menos 11 pessoas, todas familiares.

Tudo começou em 1927, durante seu primeiro casamento, arranjado pelo pai. Na época, Nancy tinha 22 anos e já possuía 4 filhos. A rotina imposta pelas crianças lhe estressava e a solução que encontrou foi envenenar e matar duas garotas. Seu marido, desconfiado de que a morte não fora acidental, colocou o relacionamento em cheque e os dois se separaram meses depois.

A partir de então, Nannie, como também era conhecida, iniciaria uma série de assassinatos em massa de seus familiares – incluindo 4 de seus 5 ex-maridos, netos, sua irmã e até mesmo sua mãe. Foi condenada à prisão perpétua em 1955 e morreu 10 anos depois, vítima de leucemia. Todas as mortes causadas por Nancy foram em decorrência de envenenamento, geralmente por arsênio.


Dr. Harold Shipman – Inglaterra, 1975

















Aos 57 anos, o simpático clínico geral Harold Frederick Shipman não despertava qualquer suspeita. Com um certo charme, rapidamente ganhava a simpatia de suas pacientes, geralmente mulheres de meia idade.

Assim que conseguia a confiança de suas pacientes, que carinhosamente lhe chamavam de “Fred”, o médico iniciava um processo de envenenamento, numa incansável série de assassinatos que só terminaria com sua prisão, em 1998.

Apesar da alta taxa de mortalidade em seu consultório (Harold confirmou ter matado 215 pessoas), seus colegas nunca desconfiaram de suas intenções, dada a grande reputação e simpatia que o doutor tinha. Em seu julgamento, confessou ter “o desejo de controlar a vida e a morte” e se dizia “um ser superior”.


Andrei Chikatilo – Ucrânia, 1978



















Professor e membro do Partido Comunista da União Soviética, Jeffrey conseguiu passar despercebido com seus crimes pela polícia. Em 12 anos, o serial killer afirmou ter matado pelo menos 52 pessoas, geralmente mulheres e crianças de ambos os sexos.

Durante esse período, chegou a ser preso, em 1984, mas por falta de provas acabou solto pela polícia. Como a polícia não conseguia resolver o caso das mortes misteriosas, boa parte das evidências foram acobertadas pelo governo – o que só atrasou as investigações, que só apresentaram resultados conclusivos em 1990. Diante das fortes evidências, Andrei foi novamente detido e dessa vez confessou os crimes. Foi condenado à morte.

O Estripador Vermelho, como ficou conhecido, passou por problemas sexuais na adolescência e frequentemente era aterrorizado pela história de que seu irmão mais novo havia sido canibalizado durante o Holodomor, a Grande Fome que atingiu a Ucrânia na década de 30. Acredita-se que os dois traumas tenham contribuído para a formação da personalidade assassina de Andrei.


Joachim Kroll – Alemanha, 1955


















Durante crises econômicas, cada pessoa procura uma forma de se manter. Alguns usam economias antigas ou fazem novos investimentos. Mas Kroll tentou sobreviver de outra forma: canibalismo.

Sua primeira vítima foi uma mulher, Irmgard Strehl, que foi morta após ser abusada pelo serial killer. Nos próximos 18 anos, ele mataria mais 14 pessoas, até ser pego pela polícia, em 1976, após molestar e abusar de uma garota de 5 anos. Em seu julgamento, confessou que abusava das vítimas sexualmente e costumava fazer ensopados com carne humana. Em sua defesa, disse que os pratos “exóticos” era a forma que encontrava para aliviar as despesas de sua mercearia. Morreria no ano de 1991, após um ataque cardíaco, dentro da penitenciária de Rheinbach.


Elizabeth Bathory – Hungria, Final do século XVI e início do século XVII


















Parte da aristocracia da época, Elizabeth tinha um próprio castelo, onde praticava seus crimes. Durante longos anos, chamava garotas da baixa nobreza para seu castelo, com a promessa de ensinar boas maneiras, além de camponesas para servirem como empregadas domésticas. Uma vez dentro do castelo, a condessa iniciava uma sessão de torturas que sempre terminavam em assassinato.

Como fazia parte da nobreza, nunca foi sentenciada com prisão ou pena de morte. Sua pena foi uma “prisão domiciliar” dentro de seu castelo. Mais tarde, alegou que adorava se banhar no sangue de jovens como forma de manter sua beleza e afirmava ter matado mais de 650 meninas – porém, “somente” 200 destas mortes puderam ser comprovadas.

Até hoje é a serial killer mais conhecida na Hungria e na Eslováquia. 



Fonte: http://spotniks.com/esses-sao-os-8-maiores-serial-killers-que-voce-nunca-ouviu-falar/





terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A "Exorcista" Patrícia Alvez

Por Danielle Campbell-Lowe

É o tipo de coisa que você esperaria ver apenas em um filme de terror. Uma mulher, de joelhos sob uma sepultura aberta; arranhando a lama com as próprias mãos, tentando esconder o corpo mole que ela tinha colocado lá minutos antes. Uma pá em um balde de água barrenta estava perto de seus pés, e em baixo de sua casa: uma toalha, lona e folhas, espalhados em uma linha de roupas. Tal era a cena que a polícia testemunhou em primeira mão na rua Second an Cummings - Alberttown, casa da famosa espiritualista Patricia Alves, popularmente conhecida como "Mother Alves" (Mãe Alves) ou "Sister Pat" (Irmã Pat) em 15 de fevereiro de 2002. 
Por volta das 06:00 h da manhã, Evril Small estava preparando café da manhã quando ela olhou pela janela e viu um lençol, toalha e uma lona embaixo da casa de Alves. Alves estava se movendo para trás e para a frente no quintal, enquanto os membros de sua igreja continuavam chamando no portão, mas sem nenhuma resposta. 
Suspeitando que algo estava errado, Small desceu ao seu quintal em direção a uma cerca onde ela poderia obter uma visão mais clara quintal de Alves. Segundo Small, ela espiou por um buraco em sua cerca de zinco e ficou horrorizada com o que viu. Ela rapidamente chamou outro vizinho que também espiou pelo buraco antes de telefonar para a polícia. 
Pés saindo da sepultura. 
 A polícia chegou a tempo de ver Alves raspando na terra molhada, na tentativa de esconder os pés da mulher que ela estava enterrando. Os investigadores da polícia relataram que Alves já havia enterrado a parte superior do corpo morto, mas as pernas da pessoa foram saindo do túmulo. 
A vítima, de 32 anos de idade Parbattie Camille Seenauth, havia se mudado com Alves durante Novembro de 2001 depois de visitar a casa dela para dar assistência, incluindo a compra de mantimentos, limpeza e roupas de sair. 
Small descreveu Seenauth como corcunda, morena clara, com cabelos encaracolados. 
Lembrou que a relação entre Seenauth e Alves foi amigável por um tempo até que Seenauth se tornou vítima de espancamentos diários. 
Small explicou que Seenauth, às vezes, recebia chicotadas com uma vassoura, um pedaço de pau, facão e até mesmo um pedaço de ferro e em outros momentos Alves usou seus pés para chutar a mulher aparentemente submissa. 
Ela disse que Seenauth nunca lutou de volta, mas a ouvia dizendo "Ow irmã Pat, não me bata." 
Em 11 de fevereiro de 2001, por volta do meio-dia, Small estava se preparando para buscar o neto na escola quando ouviu um som como se alguém estivesse sendo espancado. Ela aventurou-se até a janela que dava para sua vizinha e viu Seenauth, vestindo apenas roupas íntimas, sendo espancada por Alves, que estava empunhando um tubo de metal longo na passagem que separa os quintais. 
Essa foi a última vez que Small viu Seenauth. A investigação revelou que Alves tinha uma personalidade petulante, o que resultou nas relações interpessoais pobres com seus vizinhos. 

Congregação Profana 
Alves liderou uma congregação de crentes em um "culto ao demônio", estabelecendo o que é referido como uma "Igreja Espiritual" em sua casa. Ela e os membros de sua igreja batiam tambores alto, e realizavam cultos com freqüência, às vezes, caminhavam para as primeiras horas da noite. 
Depois da prisão de Alves, ela disse à polícia que Seenauth adoecera na manhã do dia 14 de fevereiro e que ela não tinha conseguido convencer a mulher doente a procurar atendimento médico. 
Mais tarde naquele dia, Alves alegou que ela encontrou Seenauth imóvel e sem resposta e decidiu enterrar seus restos mortais. No entanto, os detetives basearam seu caso na premissa de que Alves tinha batido em Seenauth até a morte durante um ritual para expulsar os maus espíritos.

Patricia Alves
Um exame após a morte revelou que Seenauth morreu de estrangulamento e violência sexual, e havia outros sinais de violência sobre o corpo dela, incluindo evidência de concussão na testa. 
Em 2005, depois de um julgamento altamente divulgado, com 44 anos, Alves foi considerada culpada de homicídio culposo e condenada à 10 anos de prisão. Uma série de pseudônimos foram atribuídos em Alves, incluindo sacerdotisa de vodu, curadora auto-proclamada, espiritualista, pastora obeah, entre muitos outros. 


 Sobre a vítima
Seenauth era originalmente da Caridade na Costa Essequibo, e tinha viajado para a cidade em busca de uma melhor chance de vida. Inicialmente, ela havia ficado com uma tia idosa, Parbattie Lall em Montrose na costa leste de Demerara. 
Lall disse que ela estava com o coração partido quando Seenauth decidiu se mudar, uma vez que ela amava a sobrinha, e havia financiado estudos de computador sabendo que era a paixão de Seenauth. 
A mulher lembrou que Seenauth era muito consciente da moda e desde que as duas compartilhavam o mesmo nome, ela tentou o seu melhor para deixá-la confortável. "Eu não queria que ela fosse, mas ela me prometeu que iria me telefonar, e que ela iria voltar para me ver o próximo domingo. Ela saiu e eu nunca vi ela de volta, nem sequer ouvi falar dela ", disse Lall. 
O filho de Lall, Kayman Lall disse que, depois de passar quase dois anos em sua casa, Seenauth aceitou uma oferta como doméstica e nunca mais a viu. 
O irmão de Seenauth, Seemangal, disse que depois que sua irmã deixou a Costa do Essequibo, tinha notícias regulares dela. Mas depois que ela saiu da casa de sua tia, houve uma falha de comunicação até que um dia, ela ligou e deixou um número de contato. "Mas um dia ela ligou, e ela estava chorando. Tentamos descobrir o que estava errado, mas ela não quis dizer e então ela desligou." Seemangal contou. Depois disso, Seenauth não ligou novamente. 
Os parentes ficaram preocupados e depois de alguns dias, tentaram entrar em contato com Seenauth usando o número de telefone que ela havia deixado. No entanto, Seemangal disse que a recepção não foi muito calorosa, e Seenauth advertiu-os para nunca mais ligar para o número novamente. 

Serviço Funeral Profanado 
Em seu funeral em Le Repentir Cemetery, os parentes estavam claramente emocionados no vislumbre de seu corpo espancado. 
Entre os desolados estavam duas irmãs de Seenauth - Vadwattie e Deowattie, seu irmão Seemangal e uma tia, Ramrattie Hardyal, todos viajaram da Costa Essequibo e do rio Pomeroon para o funeral. 
Mas algo estranho ocorreu durante o funeral. A polícia entregou um saco de viagem para a família que deveria conter seus pertences pessoais. 
No entanto, quando os parentes abriram a bolsa, eles foram recebidos por uma mistura de odores desagradáveis ​​provenientes de duas dúzias de velas de várias cores, um sino de jantar, uma cabaça , fotografias de divindades hindus e uma quantidade de pó desconcertantes. 
Uma amiga da família, que também é uma pastora, bravamente se ofereceu para descartar o saco pela queima de seu conteúdo no túmulo. Enquanto parentes estavam incertos sobre a natureza dos pertences de Seenauth durante a sua estadia com Alves, foi revelado uma aliança de casamento que ela usava e foi entregue a eles pela polícia. 

Existe uma  vítima número dois? 
Enquanto Alves estava na prisão, sua casa de repente pegou fogo e queimou até o chão.
Mas só quando os vizinhos pensaram que a poeira baixou, uma estranha mulher apareceu na casa de Alves em busca de sua filha de 16 anos. 
Naturalmente, Alves estava na prisão e a mulher mencionou seu conto sórdido aos vizinhos. Ela disse que haviam migrado para um país do Caribe, deixando a filha sob os cuidados de uma tia. 
A mulher disse que, posteriormente, retornou à Guiana, mas a filha não pôde ser encontrada. Ela perguntou a sua irmã e foi dito que a filha era uma visitante freqüente da casa de "Mãe Alves." 
Neste dia, a mulher não viu ou ouviu falar de sua filha e os vizinhos estão curiosos para saber se um outro corpo pode aparecer no quintal de Alves. Em dezembro passado, Alves foi libertada da prisão depois de cumprir sua pena de prisão. Ela disse estar vivendo em algum lugar Canje, Berbice.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O Canibal de Rotenburg

Armin Meiwes (O Canibal de Rotenburg), nascido em 01 de Dezembro de 1961, é um alemão que alcançou notoriedade internacional por matar e comer uma vítima voluntária que ele havia encontrado através da Internet, ele tornou-se conhecido como "Der Metzgermeister" (O Açougueiro Mestre).

Meiwes nutriou o sonho de matar e comer um ser humano desde que tinha 12 anos. Ele procurou em chats, tais como Gourmet, Cannibal Cafi, entre outros. O especialista em informática de 41 anos finalmente fez contato com Bernd Brandes, de 43 anos de idade. Em março de 2001, Brandes, que trabalhava no mesmo ramo de Meiwes, vendeu seu carro, escreveu um testamento, e tirou um dia de folga do trabalho para resolver o que ele chamou de "questão pessoal".

Na casa de Meiwes em Rotenburg, região central da Alemanha, os dois se relacionam sexualmente. Após rezar pelo companheiro, planejam juntos como ele seria devorado. Meiwes então amputa o pênis de Brandes (com o consentimento dele) em uma pequena peça apelidada de "matadouro", decorada com objetos de açougue e uma jaula. Brandes insistiu para Meiwes arrancar seu pênis a dentadas, mas não foi possivel então Meiwes usou uma faca. A primeira estava sem fio, então ele usou uma faca mais afiada de 12 polegadas e finalmente conseguiu arrancar o pênis fora. Em seguida, começou a temperá-lo em uma frigideira com pimenta e alho, e serviu para que os dois comessem. Brandes não conseguiu comer sua porção, pois estava muito dura. Ele havia pedido ao seu amigo para desmembrá-lo apenas após perder a consciência, com o uso de remédios para dormir. Assim sendo, Meiwes por fim o esfaqueia no pescoço, seccionando a cabeça do corpo, pendurou seu corpo em um gancho de açougueiro e começou a fatiá-lo. Todo o incidente foi gravado em vídeo.

O corpo foi mantido no freezer, de onde Armin Meiwes retirou carne por meses e comeu em suas refeições diárias, chegando a ingerir cerca de 20 kg do cadáver. Em sua primeira entrevista após a condenação, Meiwes disse que refogou o "filé" de Bernd com sal, pimenta, alho e noz-moscada. Também disse que comeu os "bifes" com croquetes princesa, couve-de-bruxelas e molho de pimenta-verde. O sabor da carne, segundo Meiwes, era "semelhante ao da carne de porco, um pouco mais amarga e mais forte, mas um sabor muito bom"1 . Quando a carne acabou, colocou um novo anúncio na internet e acabou denunciado por um internauta, sendo preso. Até hoje a condenação de Meiwes gera polêmica por conta da morte concebida do amigo. Brendes assumidamente desejava ser morto nas mãos de Meiwes. Para a polícia, o canibal disse que sempre quis ter um irmão mais novo e que o seu ato selava uma amizade onde ambos ficariam juntos para sempre.















Bernd Jürgen Armando Brandes
1958 + 2001

sábado, 30 de novembro de 2013

Lolita Slave Toys


Eu criei as Bonecas Escravas Lolita. Caso você esteja se perguntando sobre o que estou falando; é muito simples: Eu transformo jovens garotas em facilmente manejáveis bonecas sexuais. É isso. A garota não consegue fugir, resistir, falar; elas estão simplesmente lá para seu sádico prazer. Curioso sobre isso?

Eu sou um cirurgião que vive em um desses países nos limites do leste europeu. Uma sociedade dura, onde a miséria é enorme e a menos que você possua dinheiro e conexões, você está ferrado. Não é necessário dizer que tenho ambos. Também temos lindas garotas por aqui, países do leste europeu são bem conhecidos por isso. Felizmente (para mim) algumas dessas garotas não têm pais ou parentes e vivem em orfanatos. Na verdade, eu não chamaria isso de viver, é inacreditável o que você pode achar nestes lugares. Algumas jovens tem sorte e são adotadas, mas na idade de 8 ou 9 anos são consideradas muito velhas. Algumas das mais bonitas são vendidas para redes de prostituição e você pode considerar isso sorte para elas também; ao invés de irem morrendo aos poucos em meio a sujeira e miséria. E algumas garotas eu compro. Eu geralmente compro as garotas de 9 a 10 anos, antes de entrarem da puberdade. O orfanato é muito cooperativo, eles agradecem por terem uma boca a menos para alimentarem, uma vaga a mais para preencherem. Eles também aceitam com prazer minhas doações pelas garotas.

O bizarro caso de Elisa Lam

Em fevereiro de 2013, a estudante canadense de 21 anos, Elisa Lam, foi encontrada morta dentro de uma das caixas d'água no último andar do Cecil Hotel's, em Los Angeles. Sua morte foi determinada como "afogamento acidental" pelo departamento médico de Los Angeles e não foram constatados vestígios de drogas e álcool durante a autópsia. No entanto, há muito mais história do que o pouco apresentado nos relatórios policiais. A primeira evidência que precisa ser considerada é uma fita de vigilância do elevador, que registou o comportamento de Elisa apenas alguns minutos antes de perder sua vida.
O vídeo de quatro minutos postado no YouTube, mostra Elisa entrando e pressionando todos os botões do elevador esperando que ele se mova. Ao ver que as portas não se fecham, ela passa a agir de forma um tanto quanto estranha. Eis o vídeo aqui: